Light transforma ruas do Rio em campo minado.

by Ronaldo 19. julho 2011 12:28

Há muito tempo que eu não postava nada por aqui. Mas as coisas vão mudar de rumo, finalmente!

Pensando no que eu escreveria, estava eu pesquisando algumas notícias na Internet quando me deparei com a seguinte notícia postada em um site:

"Há risco de explosão em todas as 4 mil câmaras subterrâneas de transformação da Light no Rio de Janeiro - em 1.170 delas, a situação é considerada "mais crítica". De acordo com o Ministério Público do Estado, são áreas de grande concentração urbana, em que existe volume maior de energia nos transformadores e por onde passam tubulações antigas de gás. A concessionária de energia se recusou a divulgar a relação desses locais considerados prioritários, que promete reformar até dezembro. O MP informou apenas que 582 ficam no centro e 588 na zona sul (Copacabana, Ipanema e Leblon)".

Não é bacana? A Light transformou a cidade em um campo minado e, ainda, por cima se recusa em informar quais são as áreas de maior perigo. E o cidadão não tem direito de saber? Ele realmente deve andar pelas ruas colocando sua vida em risco?

Pois é! Tal postura demonstra claramente que esta empresa quer mesmo é que o cidadão "se exploda", ou melhor, ela própria já está dando um jeito de explodir o cidadão.

Só rindo para não chorar e rezando para ser mandado para o ar!

Enquanto isso, essa empresinha de... Essa empresinha tem a cara de pau de enviar à casa de um cidadão, um amigo meu que mora em um apartamento na Tijuca, uma cobrança no valor de R$ 27.000,00. Pasmem os senhores! Vinte e sete mil reais pela conta de luz de um apartamento de 3 quartos na Tijuca. Correto, não é? Provavelmente o meu amigo forneceu energia elétrica para todo o seu condomínio no mês em questão.

Ao ser questionada, relata o meu amigo, a Light primeiramente insistiu que a cobrança estava correta. Depois de vários questionamentos, finalmente a empresinha de... A Light reconheceu o erro. Pronto! Tudo estava resolvido! Em substituição à cobrança de R$ 27.000,00 a Light enviou ao meu amigo uma nova cobrança de R$ 7.000,00. Não é justo? Com um desconto desses não há como não pagar a conta, não é?

Esta é a nossa Light! Ela muitas vezes nos deixa no escuro e, ultimamente, tenta nos mandar pelos ares.

Eu, particularmente, gostaria que a Light fosse para o "quinto dos infernos". Sendo que até o "coisa ruim" deve estar com medo! Afinal de contas, se a Light baixar por aquelas bandas corre-se um grande risco de acontecer um apagão no inferno.

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Coisas do Rio

O Mistério do 422.

by Ronaldo 24. agosto 2010 09:50

De uns tempos para cá eu tenho ido de ônibus para o trabalho...

Como geralmente uso os ônibus da linha 422, GRAJAU - COSME VELHO, eu passei a observar algumas coisas que muito me chamaram a atenção.
Tudo começa com a quantidade de carros que fazem a linha que, diga-se de passagem, está muito bem servida. É um ônibus atrás do outro, pelo menos nos horários em que costumo pegá-lo.

A partir desta premissa o prezado leitor pensaria estar tudo bem, não é? Ledo engano! Apesar de muitos carros, a velocidade média dos mesmos é impressionantemente baixa. Na verdade um cágado anda mais rápido que qualquer carro da linha. O que pode ser visto, de fato, é uma disputa entre os motoristas. Uns querendo passar os outros sem poder e outros segurando todo mundo por puro prazer.

Quanto ao passageiro? Ele que se dane!

Há poucos dias presenciei uma cena, no mínimo, inusitada. Não bastasse a lentidão de sempre, o motorista e o cobrador iam literalmente “pentelhando” um ao outro. Enquanto o condutor falava que o motorista do outro carro, da mesma linha, que ia metros à frente, era um roda presa e que iria passar por cima dele, o trocador dizia que era muito melhor trabalhar com o outro motorista do que com o atual. Em alto em bom tom os dois discutiam. Sinceramente pensei que não demoraria muito para o motorista parar o veículo e partir para cima do trocador ou este saltar da sua cadeira e grudar no pescoço do motorista, provocando um acidente de trânsito.

E esta amofinação seguiu neste ritmo até o fatídico ponto da Central do Brasil. Fatídico porque, neste ponto, o ônibus costuma ficar parado por muito tempo, algo em torno de cinco a dez minutos. Isso mesmo! Geralmente o ônibus fica parado por muito tempo esperando a autorização de um fiscal, que não faz nada além de anotar um determinado horário em um pedaço de papel, para seguir viagem. O que fica transparente aos usuários da linha é que a real função deste “fiscal” é simplesmente regular o intervalo de tempo entre os carros. Sendo assim, enquanto o intervalo não estiver correto, o carro fica parado esperando a ordem de partida do fiscal.

Quanto ao passageiro? Ele que se dane!

Ultimamente, contudo, já ocorreram manifestações de descontentamento de alguns passageiros com o grande tempo perdido neste ponto. Gritos como “anda logo motorista”, “vai ficar parado aqui para sempre?” e outros que prefiro não comentar, já foram ouvidos. Não vai demorar muito e vai rolar um babado forte dentro do ônibus 422.

Até a próxima...

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