Light transforma ruas do Rio em campo minado.

by Ronaldo 19. julho 2011 12:28

Há muito tempo que eu não postava nada por aqui. Mas as coisas vão mudar de rumo, finalmente!

Pensando no que eu escreveria, estava eu pesquisando algumas notícias na Internet quando me deparei com a seguinte notícia postada em um site:

"Há risco de explosão em todas as 4 mil câmaras subterrâneas de transformação da Light no Rio de Janeiro - em 1.170 delas, a situação é considerada "mais crítica". De acordo com o Ministério Público do Estado, são áreas de grande concentração urbana, em que existe volume maior de energia nos transformadores e por onde passam tubulações antigas de gás. A concessionária de energia se recusou a divulgar a relação desses locais considerados prioritários, que promete reformar até dezembro. O MP informou apenas que 582 ficam no centro e 588 na zona sul (Copacabana, Ipanema e Leblon)".

Não é bacana? A Light transformou a cidade em um campo minado e, ainda, por cima se recusa em informar quais são as áreas de maior perigo. E o cidadão não tem direito de saber? Ele realmente deve andar pelas ruas colocando sua vida em risco?

Pois é! Tal postura demonstra claramente que esta empresa quer mesmo é que o cidadão "se exploda", ou melhor, ela própria já está dando um jeito de explodir o cidadão.

Só rindo para não chorar e rezando para ser mandado para o ar!

Enquanto isso, essa empresinha de... Essa empresinha tem a cara de pau de enviar à casa de um cidadão, um amigo meu que mora em um apartamento na Tijuca, uma cobrança no valor de R$ 27.000,00. Pasmem os senhores! Vinte e sete mil reais pela conta de luz de um apartamento de 3 quartos na Tijuca. Correto, não é? Provavelmente o meu amigo forneceu energia elétrica para todo o seu condomínio no mês em questão.

Ao ser questionada, relata o meu amigo, a Light primeiramente insistiu que a cobrança estava correta. Depois de vários questionamentos, finalmente a empresinha de... A Light reconheceu o erro. Pronto! Tudo estava resolvido! Em substituição à cobrança de R$ 27.000,00 a Light enviou ao meu amigo uma nova cobrança de R$ 7.000,00. Não é justo? Com um desconto desses não há como não pagar a conta, não é?

Esta é a nossa Light! Ela muitas vezes nos deixa no escuro e, ultimamente, tenta nos mandar pelos ares.

Eu, particularmente, gostaria que a Light fosse para o "quinto dos infernos". Sendo que até o "coisa ruim" deve estar com medo! Afinal de contas, se a Light baixar por aquelas bandas corre-se um grande risco de acontecer um apagão no inferno.

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Coisas do Rio

O Mistério do 422.

by Ronaldo 24. agosto 2010 09:50

De uns tempos para cá eu tenho ido de ônibus para o trabalho...

Como geralmente uso os ônibus da linha 422, GRAJAU - COSME VELHO, eu passei a observar algumas coisas que muito me chamaram a atenção.
Tudo começa com a quantidade de carros que fazem a linha que, diga-se de passagem, está muito bem servida. É um ônibus atrás do outro, pelo menos nos horários em que costumo pegá-lo.

A partir desta premissa o prezado leitor pensaria estar tudo bem, não é? Ledo engano! Apesar de muitos carros, a velocidade média dos mesmos é impressionantemente baixa. Na verdade um cágado anda mais rápido que qualquer carro da linha. O que pode ser visto, de fato, é uma disputa entre os motoristas. Uns querendo passar os outros sem poder e outros segurando todo mundo por puro prazer.

Quanto ao passageiro? Ele que se dane!

Há poucos dias presenciei uma cena, no mínimo, inusitada. Não bastasse a lentidão de sempre, o motorista e o cobrador iam literalmente “pentelhando” um ao outro. Enquanto o condutor falava que o motorista do outro carro, da mesma linha, que ia metros à frente, era um roda presa e que iria passar por cima dele, o trocador dizia que era muito melhor trabalhar com o outro motorista do que com o atual. Em alto em bom tom os dois discutiam. Sinceramente pensei que não demoraria muito para o motorista parar o veículo e partir para cima do trocador ou este saltar da sua cadeira e grudar no pescoço do motorista, provocando um acidente de trânsito.

E esta amofinação seguiu neste ritmo até o fatídico ponto da Central do Brasil. Fatídico porque, neste ponto, o ônibus costuma ficar parado por muito tempo, algo em torno de cinco a dez minutos. Isso mesmo! Geralmente o ônibus fica parado por muito tempo esperando a autorização de um fiscal, que não faz nada além de anotar um determinado horário em um pedaço de papel, para seguir viagem. O que fica transparente aos usuários da linha é que a real função deste “fiscal” é simplesmente regular o intervalo de tempo entre os carros. Sendo assim, enquanto o intervalo não estiver correto, o carro fica parado esperando a ordem de partida do fiscal.

Quanto ao passageiro? Ele que se dane!

Ultimamente, contudo, já ocorreram manifestações de descontentamento de alguns passageiros com o grande tempo perdido neste ponto. Gritos como “anda logo motorista”, “vai ficar parado aqui para sempre?” e outros que prefiro não comentar, já foram ouvidos. Não vai demorar muito e vai rolar um babado forte dentro do ônibus 422.

Até a próxima...

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O MST é um câncer!

by Ronaldo 6. outubro 2009 12:44

Ontem, 05 de outubro de 2009, eu assisti, em um telejornal, uma reportagem sobre mais uma invasão do MST.

Desta vez, os integrantes do MST invadiram a Fazenda Santo Henrique, em Borebi, no interior de São Paulo. A propriedade tem área de 2,7 mil hectares e possui mais de 200 mil pés de laranja da Cutrale, uma das maiores empresas do setor de cítricos do País.

Com a delicadeza e poder de argumentação de sempre, os sem-terra cortaram cercas e arrombaram um portão para entrar na fazenda. No terreno, destruíram pés de laranja e iniciaram a construção dos barracos. Os integrantes usaram tratores e máquinas, da própria fazenda, para arar a terra com o objetivo de plantar feijão. De acordo com as lideranças regionais do MST, a fazenda foi ocupada por ser uma propriedade do governo federal e estaria sendo utilizada de forma irregular pela multinacional.

A coordenação do movimento em Iaras informou que o MST reivindica a área para fins de reforma agrária. Os sem-terra afirmam que só vão sair da fazenda quando o superintendente do INCRA viajar para a região e definir um cronograma para transformar essa área em assentamento. Um advogado da empresa disse que os empregados da fazenda estariam sendo ameaçados.

É revoltante ver tanta safadeza! Sempre com o argumento reforma agrária esta "QUADRILHA" disfarçada de trabalhadores, tem por hábito invadir propriedades privadas, pilhar, destruir, saquear e roubar, deixando um rastro de depredação que permanece impune pelas autoridades. Como se não bastasse, uma representante do movimento, ao ser entrevistada, afirmou que o MST “entendeu” que a fazenda era improdutiva por que lá só se plantava laranjas e, ninguém vive só de laranjas. Não é uma beleza? Os integrantes do MST decidem e pronto!

Sabendo que muitos dos assentamentos do MST, resultam na negociação dos lotes por partes dos assentados, podemos perceber que algo não está correto. E tal situação não é nova! Não é de hoje que temos notícias de famílias, já assentadas, que ganharam dinheiro vendendo aquilo que lhes foi doado e "foram à luta" promovendo novas invasões. Tudo isso com a conivência do governo, que não só fecha os olhos à barbárie, como financia esta gangue. E o que é pior! Com dinheiro público, ou seja, com o dinheiro que, eu e milhões de otários, deixamos nos cofres públicos ao pagarmos nossos impostos.

Acorda Brasil! 

A sigla "MST", para mim, significa "Mercenários Sem Temperança". O MST tem o comportamento de um grupo REVOLUCIONÁRIO, que não está nem aí para a reforma agrária, e quer promover, a todo custo, uma disseminação dos fracassados ideais socialistas. Basta dar uma olhada no “site oficial” do movimento, que eu faço questão de não divulgar, para verificar o que é dito. Logo na página inicial está dito: ”Che e o legado revolucionário”. Isso mesmo! Eles não só exaltam o VAGABUNDO SAFADO do Che Guevara, como também defendem seus ideais revolucionários. Isto é reforma agrária? Só mesmo um governo permeado de ex-guerrilheiros, não percebe, ou melhor, finge não perceber, o perigo que está por trás de tal movimento. E como se não bastasse, alguns livros de História, usados na educação de nossas crianças, já trazem citações e apologias à gente como Ernesto Guevara de La Serna. E é muito triste ver um jovem desinformado acreditar que Che Guevara foi um herói. 

Sobre este medíocre ser humano, um resumo muito bem feito, foi escrito por Janer Cristaldo, em seu artigo publicado em 18/06/1999: 

"Se este foi o século do comunismo, pelas mesmas razões foi o século do culto aos fracassados. Particularmente nesta América Latina, onde a figura do herói coincide com a dos derrotados pela História. Você quer um manual do fracasso? Leia qualquer uma das dezenas de biografias de Che Guevara.
Fracassou em todos os países onde lutou. Só venceu uma batalha: a da instauração em Cuba da mais longa ditadura do continente e do mundo contemporâneo. Teve sorte: morreu em odor de santidade. E até hoje sua efígie - xerox contemporâneo de um Cristo armado - permanece como bandeira e cartilha do subdesenvolvimento".

Chegando ao final deste artigo, já vou avisando que outros estão por vir. Hoje em dia, no Brasil que eu amo, tem muita gente tentando transformar VAGABUNDO em herói. E se grupos como o MST fazem o que querem, eu, pelo menos, tenho o direito de mostrar a minha insatisfação. Lá em casa, para a minha filha, eu nunca vou permitir que o MST seja visto com bons olhos e que ASSASSINOS, como Che Guevara, e DITADORES, como Hugo Chávez e Fidel Castro, sejam idolatrados.

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Política

A Microsoft que você não conhece.

by Ronaldo 29. setembro 2009 09:33

A turma que costuma ler os meus artigos na coluna "C#" do meu site www.detudoumpouco.com.br vai reconhecer este. Eu o publiquei lá no dia 12 de maio de 2009. Agora eu o reproduzo aqui, com pequenas adaptações, por entender que o assunto continua em voga. Ainda há muita gente que não sabe que a turma de Redmond não é mais a mesma...

Nestes muitos anos de estrada na área de Informática eu já vi "de tudo um pouco" (olha o jabá aí gente!). Vi gigantes sumirem do mercado num piscar de olhos, pequenas empresas transformarem-se em multinacionais, promessas de tecnologias que revolucionariam o mundo e que nunca passaram de promessas, a promessa de "um" grande sistema operacional transformar-se em uma gama de dialetos muitas vezes incomunicáveis entre si, enfim, lá se vai muito tempo.

No primeiro exemplo do parágrafo anterior, não me sai da mente as palavras proferidas pelo presidente da Netscape lá pelos idos de 1995: ”a Microsoft perdeu o trem da internet”. Naquela época a empresa por ele comandada, tinha o navegador mais usado no mundo e o controle do potencial mercado que surgia à frente. O que ele diria hoje? Tudo bem que, de fato, o Internet Explorer só se alavancou mesmo em função de já estar embutido no sistema operacional Windows. Não era mais cômodo usá-lo?

O fato é que a Microsoft foi crescendo juntamente com o crescimento do ódio daqueles que viam nela a "menina má” do mercado, personificada na figura de Bill Gates. A única pergunta que eu sempre me faço é: se estas pessoas estivessem no lugar do Bill Gates, será que elas fariam algo diferente pelo seu negócio? Sinceramente, acredito que não! O fato é que o mercado foi dividido entre os que amam e os que odeiam a Microsoft. E a turma que odeia é grande e barulhenta.

Apesar de ter uma posição pessoal bem conhecida pelos mais próximos, não quero tomar partido e ficar defendendo "A" ou "B". Quero apenas dizer que os tempos mudaram juntamente com as políticas de muitas empresas. E a Microsoft não ficou parada no tempo! Talvez pela necessidade de adaptar-se às novas realidades. Talvez pela necessidade de não perder dinheiro com a diminuição da sua participação no mercado. O fato é que ela mudou e muita gente não sabe disso.

Um dia desses, conversando com um amigo de trabalho que é um ”verdadeiro escovador de bits”, fiquei surpreso com a sua reação ao saber que o Microsoft Visual C# 2008 Express Edition era gratuito. Gratuito? Como assim? Não é da Microsoft? Amante e ”heavy user” do sistema operacional Linux, ele nem sequer olhava para produtos Microsoft. Não por não gostar ou estar fechado à mesma, mas sim, por ter aquele velho conceito de que tudo, simplesmente tudo, é pago em se tratando de Microsoft. É claro que não deixei passar a oportunidade! Falei sobre as mudanças nas políticas da Microsoft, das benesses advindas disso, da política agressiva de disseminação da plataforma .Net e, principalmente, da qualidade dos produtos. Quem conheceu o Microsoft Visual Studio antes da versão 2005 e nunca mais trabalhou com a ferramenta, não sabe da sua notória evolução. Se levarmos em consideração o Microsoft Visual Studio 2008, o salto qualitativo é muito maior. Quem associa o Visual Studio somente ao Visual Basic, não teve o prazer de conhecer o C#linguagem criada junto com a arquitetura .Net.

Depois de um bom papo, que não dá para ser transcrito em um artigo, o meu amigo foi ao site oficial da Microsoft e fez o download do Microsoft Visual Studio 2008. Já no dia seguinte eu ouvi o primeiro elogio vindo de alguém muito técnico e extremamente cético em relação à Microsoft: ”Gostei muito do ambiente de desenvolvimento! É muito bom mesmo! Já estou brincando com o C#!”.

Pode parecer besteira mas, para mim, foi ótimo ver alguém que nem sequer pensava em Microsoft, verdadeiramente entusiasmado com os horizontes oferecidos com a nova ferramenta. E não pensem os senhores que eu estou aqui para fazer propaganda da Microsoft! Como já disse ao iniciar este artigo, com tantos anos de estrada eu já vi “de tudo um pouco” (olha o jabá de novo!). Do Turbo Pascal, passando pelo Clipper, é claro, até o Eclipse, tudo já foi usado. Contudo, o melhor nível de desenvolvimento, produtividade, trabalho em equipe, integração e possibilidade de uso pesado de orientação a objeto, eu alcancei com o uso do C# no Visual Studio.

E por que tudo isso foi colocado novamente? Porque na minha coluna no DETUDOUMPOUCO, tratamos exclusivamente da plataforma .Net e os nossos exemplos são, em sua grande maioria, escritos em C#. Desta forma, como focamos os resultados, será mais produtivo se você tiver na sua máquina o ambiente para reproduzir os exemplos e testar suas próprias implementações. Ainda mais sabendo que não há custo para isso. Portanto, não perca tempo!  Visite o site oficial da Microsoft, baixe o Microsoft Visual Studio 2008 e seja mais um a divulgar esta boa nova.

Acabaram as novidades? Não! Até aqui eu só falei do Microsoft Visual Studio. Contudo, ao visitar o site para download do produto, você verá que também está disponível, para download gratuito, o SQL Server Express 2008. Isso mesmo! O SQL Server também tem uma versão gratuita e totalmente funcional! Das poucas restrições existentes em relação à versão comercial, deve-se destacar que o tamanho máximo permitido para uma base de dados no SQL Server Express é de 4GB. Se lhe parece pouco, saiba que não é! A capacidade de 4GB comporta facilmente todo o volume de dados existente em muitos bancos de dados de pequenos e médios negócios espalhados mundo a fora.

Para encerrar este artigo, é importante ressaltar que as ”novidades” aqui apresentadas só são novidades de fato para pessoas que, como o meu amigo, não sabiam deste novo cenário. Para muitos outros, porém, não há nada de novo aqui e este cenário já é conhecido e explorado há muito tempo.

Até breve!

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C#

Hugo Chávez sempre será um perigo.

by Ronaldo 28. setembro 2009 19:26

As pessoas mais próximas a mim, devem pensar que eu sou advinho. Logo que surgiu a notícia de que Manuel Zelaya estava abrigado na embaixada do Brasil, em Honduras, e que o governo brasileiro, negava ter planejado tal situação, eu falei: aí tem o dedo do CRETINO do Hugo Chávez! O Zelaya foi orientado por ele a procurar a nossa embaixada e, seja qual for o desfecho da situação, colocar o Brasil em uma sinuca de bico. Hoje, começam a circular, na web, várias opiniões que corroboram com meu pensamento. O NOBLAT publicou, em seu blog, um artigo em que afirma, justamente, o que eu havia dito. É uma pena, porém, que um ditador, como o Hugo Chávez, seja tão badalado, até mesmo por autoridades do alto escalão da nossa República, que não percebem o quão perigoso ele é. Chávez  não passa de um ditador populista e inimigo velado do Brasil! Vem promovendo um reaparelhamento das forças armadas venezuelanas e, cada vez mais, torna-se uma ameaça real. Seus tentáculos penetram e permeiam o pensamento político latino-americano, provocando, em alguns governantes, a vontade de perpetuar-se no poder. Não é mesmo, Manuel Zelaya?

Arapuca armada! Não resta outra coisa ao Brasil, a não ser manter a posição de não reconhecer o governo INTERINO de Honduras e, realmente, não aceitar o ultimato de golpistas. Desta forma, a nossa Embaixada não tem representação, o governo de Honduras ameaça retirar a sua imunidade e, simplesmente, os brasileiros e as demais pessoas que lá trabalham, estão em risco. Não era tudo o que nós queríamos?

Vou profetizar: "não vai demorar muito para surgir, neste cenário, a voz conciliadora de Hugo Chávez. Ele, com seu discurso próspero e altruísta, aparecerá, no momento certo, como voz apaziguadora e intermediadora, com total aceitação de Zelaya, para por fim ao impasse político e trazer paz a região. E o Brasil, sem ter o que fazer, vai assistir dos bastidores, enquanto tenta juntar os cacos e reconstruir as relações diplomáticas com Honduras. Do contrário, ganhamos mais um inimigo enquanto o "pára-quedista maluco" passa por bom moço".

Acorda Brasil!

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Política

Conversor Bytes

by Ronaldo 23. setembro 2009 15:18

Olá pessoal!

Depois de algum tempo distante, afinal de contas, estou curtindo muito a gravidez da minha esposa, eu voltei a escrever algo para a nossa coluna.

Sem muita teoria vou apresentar e disponibilizar para download o Conversor Bytes. Este conversor é um pequeno programa, que eu desenvolvi em C#, que permite conhecer a equivalência do valor de bits, bytes, kilobytes, megabytes, gigabytes, terabytes, petabytes, exabytes, zettabytes e yottabytes. Desta forma, você poderá saber, sem utilizar a calculadora, quantos megabytes são, por exemplo,  243.269.632 bytes, ou quantos bytes pussui um petabyte.

Um byte, frequentemente confundido com bit, é um dos tipos de dados integrais em computação. É usado frequentemente para especificar o tamanho ou quantidade da memória ou da capacidade de armazenamento de um computador, independentemente do tipo de dados armazenados.

A codificação padronizada de byte foi definida como sendo de 8 bits. O byte de 8 bits é, por vezes, também chamado de octeto, no contexto de redes de computadores e telecomunicações.

Deixando a teoria de lado, o Conversor Bytes pode ser baixado aqui ou a partir da coluna C# no site: www.detudoumpouco.com.br. O aplicativo é muito simples. Tudo o que você precisa fazer é informar um valor e a sua respectiva unidade. Ao clicar no botão calcular o software apresenta os respectivos valores correspondentes em bits, bytes, kilobytes, megabytes, gigabytes, terabytes, petabytes, exabytes, zettabytes e yottabytes. A imagem abaixo ilustra a utilização do software.

O Conversor Bytes é totalmente gratuito! Contudo, o código-fonte não está disponível.

Acredito não ser preciso lembrar que para rodar o aplicativo você precisa ter instalado o .NET Framework versão 2.0 ou superior.

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C#

O José não sabe de nada.

by Ronaldo 1. julho 2009 16:00

Que o Congresso Nacional parece mais a casa da mãe Joana, do que qualquer outra coisa, isto nós já estamos cansados de saber.
Que os "elementos" que lá estão, representam tudo, menos o povo, também estamos cansados de saber.
Nada, sinceramente, nada que venha daquela "pocilga" me surpreende mais!
Há muitos anos, um ex-ministro da Aeronáutica, já afirmava que o ascensorista do "congresso nacional" ganhava mais do que seu filho, que era Tenente.
E você está surpreso com os "Diretores" e outras coisas mais?
De lá não sai nada de bom! De lá não sai nada que preste! Não vou generalizar: 98% dos nossos congressistas não servem para nada.
E nem vou ficar perdendo meu tempo com estes... (entenda aqui o que você quiser)
Só torço para que um dia, este país acorde e dê a eles o que eles de fato merecem.

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Política

A melhor notícia da minha vida.

by Ronaldo 1. julho 2009 15:45

No dia 2 de junho de 2009 eu recebi uma notícia simplesmente maravilhosa.
Ao chegar em casa fui recebido pela minha esposa, Glaucia, com um pequeno blihete em mãos.
Eis o texto do mesmo:

"Vale acesso ilimitado ao Maracanã,
com direito a acompanhante menor (herdeiro ou herdeira?)
para ver o Flamengo ser campeão!

P.S: Estou chegando papai...

Te amamos!
Eu e bebê."

É isso mesmo amigos: eu vou ser pai!

E o nosso lar está repleto de felicidade!
Esse filho, ou filha, foi muito desejado. Eu e a minha esposa somos só alegria por este maravilhoso presente que Deus nos deu.

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Geral

Apresentando o C#

by Ronaldo 26. fevereiro 2009 12:25

A linguagem C# foi criada junto com a arquitetura .NET. Embora existam várias outras linguagens que suportam essa tecnologia, como VB.NET, C++ ou J#, o C# é considerada a linguagem símbolo do .NET pelas seguintes razões:

  • Foi criada praticamente do zero para funcionar na nova plataforma, sem preocupações de compatibilidade com código de legado;
  • O compilador C# foi o primeiro a ser desenvolvido;
  • A maior parte das classes do .NET Framework foram desenvolvidas em C#.

A criação da linguagem, embora tenha sido feita por vários desenvolvedores, é atribuída principalmente a Anders Hejlsberg, hoje um Distinguished Engineer na Microsoft. Anders Hejlsberg era desenvolvedor de compiladores na Borland, e entre suas criações mais conhecidas estão o Turbo Pascal e o Delphi.

Características

C# (pronuncia-se "cê chárp" em português ou "cí charp" em inglês) é, de certa forma, a linguagem de programação que mais diretamente reflete a plataforma .NET sobre a qual todos os programas .NET executam. C# está de tal forma ligado a esta plataforma que não existe o conceito de código não-gerenciado (unmanaged code) em C#. Suas estruturas de dados primitivas são objetos que correspondem a tipos em .NET. A desalocação automática de memória por garbage colletor além de várias de suas abstrações tais como classes, interfaces, delegados e exceções são nada mais que a exposição explicita recursos do ambiente .NET.

Quando comparada com C e C++, a linguagem é restrita e melhorada de várias formas incluindo:

  • Ponteiros e aritmética sem checagem só podem ser utilizados em uma modalidade especial chamada modo inseguro (unsafe mode). Normalmente os acessos a objetos são realizados através de referências seguras, as quais não podem ser invalidadas e normalmente as operações aritméticas são checadas contra sobrecarga (overflow);
  • Objetos não são liberados explicitamente, mas através de um processo de coleta de lixo (garbage collector) quando não há referências aos mesmos, previnindo assim referências inválidas;
  • Destrutores não existem. O equivalente mais próximo é a interface Disposable, que juntamente com a construção using block permitem que recursos alocados por um objeto sejam liberados prontamente. Também existem finalizadores, mas como em Java sua execução não é imediata;
  • Como no Java, não é permitida herança múltipla, mas uma classe pode implementar várias interfaces abstratas. O objetivo principal é simplificar a implementação do ambiente de execução;
  • C# é mais seguro com tipos que C++. As únicas conversões implícitas por default são conversões seguras, tais como ampliação de inteiros e conversões de um tipo derivado para um tipo base. Não existem conversões implícitas entre inteiros e variáveis lógicas ou enumerações. Não existem ponteiros nulos (void pointers) (apesar de referências para Object serem parecidas). E qualquer conversão implícita definida pelo usuário deve ser marcada explicitamente, diferentemente dos construtores de cópia de C++;
  • A sintaxe para a declaração de vetores é diferente ("int[] a = new int[5]" ao invés de "int a[5]");
  • Membros de enumeração são colocados em seu próprio espaço de nomes (namespace);
  • C# não possui modelos (templates), mas C# 2.0 possui genéricos (generics);
  • Propriedades estão disponíveis, as quais permitem que métodos sejam chamados com a mesma sintaxe de acesso a membros de dados;
  • Recursos de reflexão completos estão disponíveis.

Apesar de C# ser freqüentemente tido como similar a Java, existem uma série de diferenças importantes, tais como:

  • Java não implementa propriedades nem sobrecarga de operadores;
  • Java não implementa um modo inseguro que permita a manipulação de ponteiros e aritmética sem checagem;
  • Java possui exceções checadas, enquanto exceções em C# são não checadas como em C++;
  • Java não implementa o goto como estrutura de controle, mas C# sim;
  • Java utiliza-se de comentários Javadoc para gerar documentação automática a partir de arquivos fonte. C# utiliza comentários baseados em XML para este propósito;
  • C# suporta indexadores e delegados.

Bibliotecas de códigos

Ao contrário das outras linguagens de programação, nenhuma implementação de C# atualmente inclui qualquer conjunto de bibliotecas de classes ou funções. Ao invés disso, C# está muito vinculada ao framework .Net, do qual C# obtém suas classes ou funções de execução. O código é organizado em um conjunto de namespaces que agrupam as classes com funções similares. Por exemplo: System.Drawing para gráficos, System.Collections para estrutura de dados e System.Windows.Forms para o sistema Windows Form.

Um nível de organização superior é fornecido pelo conceito de montador (assembly). Um montador pode ser um simples arquivo ou multiplos arquivos ligados juntos (como em al.exe) que podem conter muitos namespaces ou objetos. Programas que precisam de classes para realizar uma função em particular podem se referenciar a montadores como System.Drawing.dll e System.Windows.Forms.dll assim como a biblioteca core (conhecida como mscorlib.dll na implementação da Microsoft).

Exemplo

Segue abaixo um pequeno exemplo de programa C#:

1: public class ClasseExemplo
2:
{
3:    
public static void Main()
4:    
{
5:        
System.Console.WriteLine("Olá mundo!");
6:    
}
7: }

O código acima escreve o texto Olá mundo! na console. Agora vamos examiná-lo linha por linha:

1: public class ClasseExemplo

Esta linha define a classe ClasseExemplo como pública (public), ou seja, objetos em outros projetos podem utilizar esta classe livremente.

3: public static void Main()

Este é o ponto de entrada do programa quando executado a partir da console. Este método também pode ser chamado de outro código utilizando-se a sintaxe ClasseExemplo.Main(). A definição public static void indica que o método Main é público (public), que pode ser acessado diretamente através da classe (static) e que não retorna nenhum valor (void).

5: System.Console.WriteLine("Olá mundo!");

Esta linha escreve a mensagem na console. Console é um objeto do sistema que representa a linha de comando, e através da qual o programa pode obter e mostrar texto. O método WriteLine (EscreverLinha) de Console é executado, acarretando que o literal passado como parâmetro seja mostrado na console.

Fonte: Wikipédia

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C#

A vergonha do IPVA.

by Ronaldo 26. fevereiro 2009 10:25

Todo início de ano somos presenteados com uma série de impostos a pagar. Dentre eles, o maldito IPVA.

O IPVA é cobrado de todo veículo automotor, inclusive barcos e aviões. Ele, ao menos na teoria, paga as despesas com manuntenção de via e sinalização, e isso vale para estradas e ruas. Então, teoricamente, o dinheiro do IPVA paga os consertos de buracos no asfalto.

Desta forma, como carioca, resta-me concluir que: ou nenhum carioca paga o imposto, o que é bastante improvável, ou o dinheiro é utilizado para outros fins. Basta circular alguns minutos em qualquer rua desta cidade para entender o que lhes digo. Na cidade do Rio de Janeiro não existe trecho de, no mínimo, 80 metros de rua em boas condições. Nas vias públicas desta cidade você só encontrará buracos ou, o que ocorre com mais frequencia, irregularidades na pista. Irregularidades estas resultantes de remendos mal feitos durante as operações para tapar buracos, ou o que é mais incrível, por bueiros mal nivelados. Isso mesmo! Os responsáveis por essas obras não sabem o que é nível. Geralmente ao final das mesmas os bueiros ficam desnivelados, trasformando-se em "buracos".

Dá pena colocar um veículo para andar nas ruas da cidade. Se o seu carro for zero, a dor é maior ainda. Bastam duas semanas para o carro passar a apresentar aqueles barulhinhos chatos de coisas batendo.

Quanto ao dinheiro do IPVA? Eu paguei o meu integralmente no mês de janeiro. Contudo, é certo que o valor referente ao mesmo está no bolso de algum VAGABUNDO ou será usado para custear as férias de final de ano de uma família de PICARETAS.

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Geral

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